História documental do transporte público de Volta Redonda
15 marcos documentais entre 2005 e 2026. Cada acontecimento mantém a atribuição e os limites da fonte. Datas com apenas o ano não representam o primeiro dia daquele ano.
A Prefeitura informa, em publicação retrospectiva de 2013, que os trabalhos da Logitrans começaram em julho de 2005. Os estudos alimentaram uma proposta de reorganização do sistema.
A página do Bilhete Único previa contratação em dezembro e operação em janeiro de 2014. É um cronograma anunciado; esta fonte, sozinha, não comprova a entrega.
Parecer municipal reproduz ordem para abrir procedimento sobre investimentos não amortizados e licitar após o pagamento. A SUSER defendia que os investimentos já haviam sido recuperados pelas tarifas.
Versões e decisão reproduzidas em parecer público · Ano de referência; dia não confirmado.
O Decreto 13.227 entra em vigor com tarifa de R$2,65 sem desconto e R$1,325 com desconto. Ele manda adotar medidas para a integração em até 30 dias; este arquivo não comprova se o prazo foi cumprido.
O Sindpass pede R$3,20 e diz que R$2,65 era o preço mantido. Trata-se da conta e do pedido do setor empresarial, não de ato que fixe uma tarifa ou de auditoria do sistema.
Em pedido ao Município, o Sindpass afirma redução anual de usuários de até 14% e solicita rever a planilha de custos e estudar corte de 20% da frota. A base não contém série independente para confirmar esses números.
Alegação e pedido do setor empresarial · Ano de referência; dia não confirmado.
Segundo notícia municipal publicada em 17 de setembro, a Prefeitura recebeu no dia anterior decisão suspendendo a licitação. A fonte é o relato do Município, não o inteiro teor da decisão.
O chamamento 031/2019 é anunciado para operação por até 180 dias. O texto fala em 29 linhas e quatro extensões, uma contagem diferente das 31 linhas mencionadas em setembro.
Contratação anunciada; execução não comprovada aqui
Em meio à pandemia, o Sindpass pede medidas ao Município e defende o subsídio tarifário. O documento registra o pleito empresarial; não demonstra adoção da política naquela data.
Memorando da STMU solicita a abertura do Processo 17.281/2023 para reavaliar a tarifa do transporte público. A abertura não revela, sozinha, o resultado do processo.
A Prefeitura prevê 21 ônibus para as empresas Cidade do Aço e Elite. Renovação anunciada não mede, por si só, pontualidade, conforto ou disponibilidade da frota ao longo do tempo.
A apresentação do COMUTRAN registra tarifa integral de R$5,50, cobrança de R$3,80 ao usuário beneficiado e subsídio de R$1,70. São parcelas diferentes da mesma política.
O Decreto 19.858 fixa a tarifa sem desconto em R$5,90. Para o usuário abrangido pelo subsídio, o art. 3º estabelece cobrança de R$4,00. O valor de R$2,95 do art. 1º pertence à modalidade com desconto.
Valores do ato normativo; não levantamento de cobranças